{"id":183,"date":"2019-12-11T10:28:07","date_gmt":"2019-12-11T13:28:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/?page_id=183"},"modified":"2019-12-16T19:26:34","modified_gmt":"2019-12-16T22:26:34","slug":"traducao-como-pratica","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/traducao-como-pratica\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"\n<p style=\"color:#1772a7;font-size:32px;text-align:center\" class=\"has-text-color\"><strong>Tradu\u00e7\u00e3o como pr\u00e1tica significativa na sala de aula de latim<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px;text-align:center\"><strong>Emily Wilson, Stanley Lombardo, Jim O&#8217;Donnell e Mike Fontaine compartilham seus melhores conselhos para tornar a tradu\u00e7\u00e3o uma parte intencional do curr\u00edculo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:12px;text-align:center\"><em>Dani Bostick <\/em>| 4 de dezembro | <em><a href=\"https:\/\/medium.com\/@danibostick\/purposeful-translation-in-the-latin-classroom-8d6fee7acb5e\">Medium.com<\/a><\/em><br>Tradu\u00e7\u00e3o <em>Beethoven Alvarez <\/em>| 10 de dezembro<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">A maioria dos classicistas tem alguma lembran\u00e7a de estar numa sala de aula com medo de chegar sua vez de traduzir. Nesse cen\u00e1rio, a tradu\u00e7\u00e3o em sala de aula envolve a leitura de uma reprodu\u00e7\u00e3o pouco natural de um texto latino complicado e, ent\u00e3o, a luta para anotar o que o texto realmente quer dizer. Gera\u00e7\u00f5es mais recentes de estudantes, que t\u00eam acesso f\u00e1cil a textos na Internet, agora podem sentar-se em c\u00edrculo e ler a tradu\u00e7\u00e3o de outra pessoa, mas o ritual ainda envolve mais ingl\u00eas do que latim e perguntas como: \u201cVoc\u00ea pode me dizer de novo o que o segundo verso quer dizer?&#8221;<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">Emily Wilson \u00e9 professora de Estudos Cl\u00e1ssicos da Universidade da Pensilv\u00e2nia, bolsista MacArthur em 2019, e a primeira mulher a publicar uma <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/Odyssey-Homer\/dp\/0393356256\/ref=sr_1_2?keywords=odyssey+emily+wilson&amp;qid=1569683262&amp;s=gateway&amp;sr=8-2\">tradu\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas da <em>Odisseia<\/em><\/a>. Ela considera o generalizado uso instrumental da tradu\u00e7\u00e3o &#8220;um desperd\u00edcio completo do tempo de todos&#8221;. Ela n\u00e3o est\u00e1 sozinha em sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o modo como a tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 usada nos cursos de l\u00ednguas cl\u00e1ssicas. Jim O\u2019Donnell, cuja <a href=\"https:\/\/press.princeton.edu\/titles\/13335.html\">nova tradu\u00e7\u00e3o do <em>De Bello Gallico<\/em><\/a>, de C\u00e9sar, foi lan\u00e7ada no in\u00edcio deste ano, disse: &#8220;N\u00e3o devemos ensin\u00e1-los a traduzir. Devemos ensin\u00e1-los a ler.\u201d O uso banal da tradu\u00e7\u00e3o em sala de aula pode prejudicar as habilidades de leitura. O\u2019Donnell sugeriu que os professores forne\u00e7am aos alunos \u201ctrechos curtos e estimulantes para que eles possam interpretar e os fa\u00e7am falar sobre como \u00e9 lidar diretamente pelo menos com um pouco de latim, sem intermedia\u00e7\u00e3o. Fa\u00e7am eles refletirem sobre como isso acontece.&#8221;<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><a href=\"http:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/repensando-traducao-latim\/\">A primeira mat\u00e9ria desta s\u00e9rie<\/a> abordou algumas maneiras pelas quais os professores podem desenvolver habilidades de compreens\u00e3o e leitura dos alunos, para que os alunos passem mais tempo realizando atividades que exijam um envolvimento significativo com o latim. Para que a tradu\u00e7\u00e3o seja um componente mais significativo do curr\u00edculo de Latim, os alunos precisam mudar sua perspectiva sobre tradu\u00e7\u00e3o e, de maneira mais geral, sobre o estudo de idiomas.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Reestruture o prop\u00f3sito do curso<\/em>. Comunique que o objetivo da aula de um idioma \u00e9 obter flu\u00eancia, n\u00e3o simplesmente colocar um texto em ingl\u00eas para demonstrar compreens\u00e3o. As atividades e avalia\u00e7\u00f5es em sala de aula devem dar suporte a esse objetivo.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Redefina &#8220;tradu\u00e7\u00e3o&#8221;<\/em>. Stanley Lombardo, que traduziu a <em>Il\u00edada<\/em>, a <em>Odisseia <\/em>e a <em><a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/Aeneid-Hackett-Classics-Virgil-ebook\/dp\/B00403NO3S\/ref=sr_1_1?keywords=stanley+lombardo+aeneid&amp;qid=1569688077&amp;s=gateway&amp;sr=8-1\">Eneida<\/a><\/em>, disse: &#8220;A tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma arte.&#8221; Em sua forma mais frequente, a tradu\u00e7\u00e3o em sala de aula n\u00e3o est\u00e1 nem perto de uma forma de arte. Wilson disse: \u201cEu queria que todos os que se dedicam \u00e0s Letras Cl\u00e1ssicas, incluindo estudantes de ensino m\u00e9dio, deixassem de chamar o que est\u00e3o aprendendo a fazer de &#8216;tradu\u00e7\u00e3o&#8217;, porque isso d\u00e1 uma ideia muito equivocada sobre a pr\u00e1tica da tradu\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria de verdade.\u201d Desde o in\u00edcio, Wilson disse, os alunos devem &#8220;pensar conscientemente sobre as l\u00ednguas e tradu\u00e7\u00e3o como um modo particular de escrita e leitura, n\u00e3o a mesma coisa que compreens\u00e3o&#8221;.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Reoriente as prioridades.<\/em> O principal objetivo da tradu\u00e7\u00e3o na sala de aula do ensino m\u00e9dio tende a ser a precis\u00e3o, uma prioridade que a se\u00e7\u00e3o &#8216;tradu\u00e7\u00e3o literal&#8217; no exame AP de Latim refor\u00e7a [exame anual a que os alunos do ensino m\u00e9dio norte-americano se submetem]. Em vez disso, os alunos precisam saber que precis\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico ponto de uma tradu\u00e7\u00e3o. &#8220;O tom \u00e9 pelo menos t\u00e3o importante quanto a precis\u00e3o&#8221;, disse Lombardo. \u201cVoc\u00ea precisa de um equivalente para emo\u00e7\u00e3o. Precisa afetar diretamente o leitor ou o ouvinte.\u201d<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">H\u00e1 v\u00e1rias atividades em sala de aula que podem ajudar a dasr suporte a esses objetivos:<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Comece lendo, n\u00e3o decifrando<\/em>. Mike Fontaine, professor de Cl\u00e1ssicas da Universidade de Cornell, cuja <a href=\"https:\/\/press.princeton.edu\/titles\/30166.html\">tradu\u00e7\u00e3o do <em>De Arte Bibendi<\/em><\/a>, de Vincent Obsopoeus, ser\u00e1 lan\u00e7ada em abril, come\u00e7a a traduzir lendo. \u201cEu lia e tentava absorver o d\u00edstico na minha cabe\u00e7a sem decodificar a gram\u00e1tica. Depois, me perguntava: &#8216;Como voc\u00ea diria isso em ingl\u00eas?&#8217;\u201d. Essa abordagem pode ajudar os alunos a desenvolverem uma impress\u00e3o mais hol\u00edstica do texto, em vez de focarem no significado apenas no n\u00edvel das palavras.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Fa\u00e7a uma apresenta\u00e7\u00e3o da leitura do texto em voz alta<\/em>. Lombardo observou: \u201cTudo aquilo era para ser ouvido, j\u00e1 que as pessoas costumavam ter algu\u00e9m que lia essas obras para elas. Tem que funcionar como uma performance.\u201d Ele sugere que cada aluno fa\u00e7a uma apresenta\u00e7\u00e3o dramatizada para ressaltar esse ponto. Esse tipo de performance \u00e9 central na abordagem de tradu\u00e7\u00e3o de Lombardo. \u201cEu leio em voz alta na l\u00edngua original de forma expressiva. Depois, tento transferir esse sentimento para o ingl\u00eas.\u201d Depois de apresentar ou ouvir o texto, os alunos podem descrever a emo\u00e7\u00e3o e o tom em uma bate-papo na aula ou em uma reflex\u00e3o escrita.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Utilize engenharia reversa em uma tradu\u00e7\u00e3o<\/em>. O\u2019Donnell sugere dar aos alunos uma tradu\u00e7\u00e3o ruim de uma passagem desconhecida e pedir que eles identifiquem pontos fracos e formas de melhor\u00e1-la. &#8220;A virtude dessa t\u00e1tica&#8221;, explicou O&#8217;Donnell, &#8220;\u00e9 que tira a ansiedade. Nessa abordagem, eles sabem o que tudo significa, podem usar a tradu\u00e7\u00e3o para entender as partes mais dif\u00edceis, mas voc\u00ea est\u00e1 fazendo com que eles usem o que eles sabem para identificar os problemas.\u201d Para essa atividade, de acordo com O&#8217;Donnell, os alunos t\u00eam a capacidade de ganharem autoridade sobre o texto.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Retrabalhe uma tradu\u00e7\u00e3o literal<\/em>. Muitas vezes, depois que os alunos apresentam uma tradu\u00e7\u00e3o literal precisa de um texto, eles consideram sua miss\u00e3o cumprida e passam para a pr\u00f3xima se\u00e7\u00e3o. Em vez disso, Fontaine sugere que os alunos melhorem uma tradu\u00e7\u00e3o literal, reformulando o ingl\u00eas. &#8220;Quanto mais precisa a gram\u00e1tica, menos soa como o ingl\u00eas normal&#8221;, disse ele. &#8220;Parece um monte de pessoas mortas de uma cultura muito distante e n\u00e3o faz nenhum sentido.&#8221; Fontaine tem um lembrete simples: &#8220;O que algu\u00e9m que est\u00e1 andando pelo campus diz para passar essa ideia?&#8221;<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Olhe a mesma passagem em v\u00e1rias tradu\u00e7\u00f5es<\/em>. Wilson disse: &#8220;Existe uma infinidade de tradu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis ou ruins, mas tamb\u00e9m uma infinidade de diferentes tradu\u00e7\u00f5es possivelmente v\u00e1lidas&#8221;. Wilson sugere que os alunos investiguem v\u00e1rias maneiras de dizer a mesma frase. E isso n\u00e3o precisa ser feito com um texto grego ou latino. &#8220;Se houver alunos bil\u00edngues na turma, voc\u00ea pode aproveitar os conhecimentos deles sobre como pode haver v\u00e1rias maneiras de dizer uma frase espec\u00edfica em espanhol ou mandarim ou o que voc\u00ea tiver entre seus recursos humanos&#8221;, diz Wilson.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Fa\u00e7a v\u00e1rias tradu\u00e7\u00f5es do ingl\u00eas para o ingl\u00eas<\/em>. Wilson prop\u00f5e &#8220;traduzir&#8221; o ingl\u00eas para o ingl\u00eas com um trecho de um jornal ou de uma revista, ou um que os pr\u00f3prios alunos tenham escrito para que &#8220;digam a mesma coisa&#8221;, mas com palavras totalmente diferentes.&#8221;<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">Uma vez que se vai al\u00e9m da tradu\u00e7\u00e3o apenas como forma de mostrar compreens\u00e3o, existem in\u00fameras possibilidades:<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Mergulhe fundo em uma \u00fanica palavra<\/em>. Muitos estudantes associam apenas um ou dois significados em ingl\u00eas para cada palavra latina que aprendem. Atribua aos alunos uma palavra latina e pe\u00e7a que eles criem uma apresenta\u00e7\u00e3o que inclua o significado, atualiza\u00e7\u00f5es propostas para o verbete do dicion\u00e1rio, maneiras como diferentes autores usam essa palavra, tradu\u00e7\u00f5es dessa palavra geradas pelos alunos dentro do contexto e uma composi\u00e7\u00e3o latina curta com a palavra. Os <em>Classical Latin Texts<\/em> [Textos Latinos Cl\u00e1ssicos] do <a href=\"https:\/\/logeion.uchicago.edu\/lexidium\">Logeion<\/a> e do <a href=\"https:\/\/latin.packhum.org\/search\">Instituto de Humanidades Packard<\/a> s\u00e3o duas excelentes ferramentas para esta atividade.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Escreva um trecho \u201cno estilo de\u201d<\/em>. Este exerc\u00edcio pode ajudar os alunos a se concentrarem no estilo e no tom. Por exemplo, os alunos podem traduzir um poema de Catulo no estilo de algu\u00e9m que seja familiar a eles (por exemplo, Taylor Swift, uma estrela da m\u00fasica country, Drake etc.). Depois, pergunte aos alunos qual vers\u00e3o combina mais em tom, estilo, emo\u00e7\u00e3o, sonoridade e significado com o original. <a href=\"https:\/\/www.mcsweeneys.net\/articles\/iconic-marketing-campaigns-rewritten-by-famous-authors\">McSweeney&#8217;s<\/a> tem muitas passagens engra\u00e7adas escritas no estilo de autores conhecidos e figuras p\u00fablicas que podem fornecer uma boa apresenta\u00e7\u00e3o a essa atividade. (<a href=\"https:\/\/www.mcsweeneys.net\/articles\/totos-africa-by-ernest-hemingway\">D\u00ea uma olhada na &#8216;\u00c1frica&#8217; de Toto, de Ernest Hemingway<\/a>.)<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><em>Compare v\u00e1rios textos sobre o mesmo t\u00f3pico<\/em>. Forne\u00e7a trechos sobre t\u00f3picos semelhantes de diferentes autores (por exemplo, C\u00e9sar, Eutr\u00f3pio, Nepote e L\u00edvio). O que os alunos notam sobre a escolha de palavras, o comprimento da frase, as constru\u00e7\u00f5es gramaticais e o estilo e tom do autor?<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">Esses exerc\u00edcios n\u00e3o substituem o trabalho que os alunos iniciantes precisam fazer para desenvolver flu\u00eancia em latim ou grego antigo. Wilson compartilhou: \u201cAcho que os exerc\u00edcios que n\u00e3o s\u00e3o de tradu\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito importantes &#8212; que tratam da ordem de palavras, efeitos liter\u00e1rios, sintaxe e exerc\u00edcios de compreens\u00e3o que n\u00e3o envolvem tradu\u00e7\u00e3o.\u201d Ainda assim, muitas dessas atividades de tradu\u00e7\u00e3o s\u00e3o acess\u00edveis aos alunos mesmo enquanto est\u00e3o construindo seu vocabul\u00e1rio e compreens\u00e3o de sintaxe. E essas atividades podem impedir que os alunos vejam o latim e o grego antigo como simplesmente um quebra-cabe\u00e7a complicado de montar.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">O ensino intencional da tradu\u00e7\u00e3o pode ajudar os alunos a ouvir a voz de um povo distante e transmitir o que ouviram \u00e0 sua pr\u00f3pria gera\u00e7\u00e3o.<br><br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Escrito por<br><strong>Dani Bostick<\/strong><br>A favor de donuts, de cerveja belga, dos c\u00e3es &amp; das zebras. Contra a humilha\u00e7\u00e3o, o sil\u00eancio, os v\u00f3rtices polares e as jujubas de pipoca \/ professora de latim, escritora<\/p>\n\n\n\n<p>Traduzido por<br><strong>Beethoven Alvarez<\/strong><br>A favor de peanuts, cerveja de todo tipo, dos gatos &amp; dos ratos. Contra as pol\u00edticas fascistas da Bozol\u00e2ndia, a censura, Papai Noel e ainda bem que nunca experimentei jujuba de pipoca \/ professor de latim, tradutor<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tradu\u00e7\u00e3o como pr\u00e1tica significativa na sala de aula de latim Emily Wilson, Stanley Lombardo, Jim O&#8217;Donnell e Mike Fontaine compartilham seus melhores conselhos para tornar a tradu\u00e7\u00e3o uma parte intencional do curr\u00edculo Dani Bostick | 4 de dezembro | Medium.comTradu\u00e7\u00e3o Beethoven Alvarez | 10 de dezembro A maioria dos classicistas tem alguma lembran\u00e7a de estar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-183","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/183","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=183"}],"version-history":[{"count":35,"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/183\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":244,"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/183\/revisions\/244"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=183"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=183"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.professores.uff.br\/beethoven\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=183"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}