{"id":197,"date":"2018-12-15T20:26:15","date_gmt":"2018-12-15T22:26:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.professores.uff.br\/juliocesarmedeiros\/?page_id=197"},"modified":"2018-12-15T20:27:40","modified_gmt":"2018-12-15T22:27:40","slug":"saude-e-adoecimento-de-populacoes-remanescentes-e-afrodescendentes-no-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.professores.uff.br\/juliocesarmedeiros\/pesquisas\/saude-e-adoecimento-de-populacoes-remanescentes-e-afrodescendentes-no-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade   e   adoecimento   de   Popula\u00e7\u00f5es   remanescentes   e afrodescendentes no Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"<p><strong>Sa\u00fade\u00a0 \u00a0e\u00a0 \u00a0adoecimento\u00a0 \u00a0de\u00a0 \u00a0Popula\u00e7\u00f5es\u00a0 \u00a0remanescentes\u00a0 \u00a0e afrodescendentes no Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">\u00a0(Desenvolvido junto ao Curso de Educa\u00e7\u00e3o do Campo (UFF-INFEs)<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Sabe-se que os quilombos fazem parte de um passado de luta e resist\u00eancia do nosso povo afrodescendente, no Brasil. Por\u00e9m, o desfecho destes movimentos, assim como a escravid\u00e3o n\u00e3o foi em nada favor\u00e1vel para os remanescentes destes povos escravizados. Ainda hoje, tais popula\u00e7\u00f5es s\u00e3o expostas cotidianamente \u00e0 exclus\u00e3o, desigualdades e racismo institucionalizado. Contudo, embora tais comunidades de remanescentes quilombolas, ainda lutem por pol\u00edticas inclusivas para suas popula\u00e7\u00f5es, o acesso \u00e0 sa\u00fade ainda \u00e9 uma quest\u00e3o dif\u00edcil de se tornar uma pr\u00e1tica efetiva.<\/p>\n<p>A pesquisa ora apresentada visa levantar dados relativos aos principais fatores de sa\u00fade e adoecimento das comunidades remanescentes de afrodescendentes no Rio de Janeiro, em seu per\u00edmetro urbano, a partir de um vis\u00e3o hist\u00f3rico-cultural capaz de demonstrar a situa\u00e7\u00e3o de fragilidade social em que se encontram os remanescentes quilombolas, bem como suas estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia relacionada as suas pr\u00e1ticas e saberes passados de gera\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Objetivo Geral: <\/strong><\/p>\n<p>Verificar os principais fatores de adoecimento das popula\u00e7\u00f5es remanescentes e afrodescendentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Objetivos secund\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Levantar dados relativos aos principais fatores de sa\u00fade e adoecimento das comunidades afro-remanescentes no Rio de Janeiro, em seu ambiente natural;<\/li>\n<li>Analisar os dados obtidos no sentido de se verificar a vulnerabilidade social destas popula\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Apontar as sa\u00eddas ou poss\u00edveis sugest\u00f5es para o enfrentamento de tais quest\u00f5es;<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong>:<\/p>\n<p>Em um primeiro momento, os alunos estudar\u00e3o de forma geral os principais conceitos aplicados as popula\u00e7\u00f5es de remanescentes no Brasil, no tocante \u00e0 hist\u00f3ria, dificuldades, luta e estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia; em um segundo momento, os alunos far\u00e3o um trabalho dirigido, na comunidade e acompanhado do professor orientador a fim de colherem os dados relativos aos fatores de adoecimento; por fim, j\u00e1 na Unidade, dever\u00e3o analisar e apresentar os dados obtidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Hip\u00f3teses<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>O regime em escravid\u00e3o privou os que viviam em cativeiro de condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade favor\u00e1veis, o que nos faz supor que seus descendentes, mesmo depois de mais 100 anos, ainda vivam em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias relacionadas ao tratamento de suas doen\u00e7as e a manuten\u00e7\u00e3o da vida;<\/li>\n<li>\u00c9 prov\u00e1vel que ainda se encontre resqu\u00edcios de suas pr\u00e1ticas culturais relacionadas \u00e0 sa\u00fade, uma vez que o acesso as pol\u00edticas p\u00fablicas, no Brasil, ainda \u00e9 um fator de conflito para as classes menos favorecidas socialmente.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sa\u00fade\u00a0 \u00a0e\u00a0 \u00a0adoecimento\u00a0 \u00a0de\u00a0 \u00a0Popula\u00e7\u00f5es\u00a0 \u00a0remanescentes\u00a0 \u00a0e afrodescendentes no Rio de Janeiro \u00a0(Desenvolvido junto ao Curso de Educa\u00e7\u00e3o do Campo (UFF-INFEs) Apresenta\u00e7\u00e3o: Sabe-se que os quilombos fazem parte de um passado de luta e resist\u00eancia do nosso povo afrodescendente, no Brasil. 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