{"id":775,"date":"2021-12-02T00:27:54","date_gmt":"2021-12-02T03:27:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.professores.uff.br\/juliocesarmedeiros\/?p=775"},"modified":"2021-12-02T00:27:54","modified_gmt":"2021-12-02T03:27:54","slug":"o-iluminismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.professores.uff.br\/juliocesarmedeiros\/2021\/12\/02\/o-iluminismo\/","title":{"rendered":"O Iluminismo"},"content":{"rendered":"\n<p>Pode-se destacar como sendo Iluminismo um movimento de\nid\u00e9ias que teve a sua origem no s\u00e9culo XVII, e encontrou na Fran\u00e7a do s\u00e9culo\nXVIII, com Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, o seu principal efeito.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse movimento de id\u00e9ias valorizava a raz\u00e3o e a\nentendia como principal instrumento para se atingir o progresso, lidando com a\nnatureza e com a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>A raz\u00e3o, por esses pensadores, era entendida como \u201ca\nluz\u201d, essa se oporia \u00e0s trevas da ignor\u00e2ncia e da intoler\u00e2ncia da tradi\u00e7\u00e3o\ncultural e institucional. A produ\u00e7\u00e3o do Iluminismo tem tr\u00eas aspectos como\npontos b\u00e1sicos, que s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Universalidade \u2013\nas suas id\u00e9ias visavam as pessoas independentemente de nacionalidades, se\nopondo a intoler\u00e2ncia.<\/li><li>Individualidade \u2013\nentender a necessidade de cada indiv\u00edduo, n\u00e3o os reduzindo a parte de uma\ncoletividade.<\/li><li>Autonomia \u2013 o\nhomem \u00e9 capaz de lidar com o mundo atrav\u00e9s de si mesmo, sem nenhuma media\u00e7\u00e3o,\nj\u00e1 que a raz\u00e3o \u00e9 o instrumento que da essa autonomia ao indiv\u00edduo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>OS PRINCIPAIS\nPENSADORES<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>John Locke (1632 \u2013\n1704) \u2013 pensador que cria a teoria da pol\u00edtica liberal. Defende a propriedade e\ncritica os poderes ilimitados do governante.<\/li><li>Montesquieu (1689\n\u2013 1755) \u2013 pensador que defendia a divis\u00e3o dos tr\u00eas poderes: executivo,\nlegislativo e judici\u00e1rio. Cada poder seria respons\u00e1vel por controlar qualquer\nabuso dos outros tr\u00eas poderes.<\/li><li>Jean Jacques\nRousseau (1712 \u2013 1778) \u2013 o contrato social foi uma das id\u00e9ias desse pensador,\nque defendia a soberania como sendo do povo, que a exerceria atrav\u00e9s do voto\nuniversal.<\/li><li>Voltaire (1694 \u2013\n1778) \u2013 era um opositor da Igreja e cr\u00edtico do antigo regime.<\/li><li>A enciclop\u00e9dia &#8211;\nobra cuja organiza\u00e7\u00e3o tinha como um dos respons\u00e1veis, Denis Diderot, reunia uma\ncr\u00edtica sistem\u00e1tica aos valores que marcavam a Europa no s\u00e9culo XVIII.<\/li><li>Os Economistas\nLiberais \u2013 desse grupo destacou-se a Escola Fisiocrata composta por pensadores\nfranceses que criticavam as pr\u00e1ticas mercantilistas, indo contra a interven\u00e7\u00e3o\ndo Estado na economia. Os fisiocratas encontravam na terra a principal fonte de\nriqueza, colocando o com\u00e9rcio em um segundo plano.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Outro economista que se projeta dentre os economistas\nliberais \u00e9 Adam Smith, que ao contrario dos fisiocratas, via no trabalho\nprodutivo a fonte de riqueza e n\u00e3o na agricultura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DESPOTISMO\nESCLARECIDO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sob a influ\u00eancia das id\u00e9ias iluministas pa\u00edses como\nPr\u00fassia, R\u00fassia, \u00c1ustria, Espanha e Portugal promoveram reformas que buscavam\nimplementar as id\u00e9ias do liberalismo, mas tendo como objetivo manter as\nestruturas do absolutismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>INFLU\u00caNCIAS\nDO ILUMINISMO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Iluminismo como instrumento de cr\u00edtica as\ncaracter\u00edsticas do antigo regime favoreceu aos interesses da burguesia, que\nbuscava maior participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, que fosse proporcional ao seu\nfortalecimento econ\u00f4mico. Na Fran\u00e7a, esse movimento de id\u00e9ias foi a base da revolu\u00e7\u00e3o\nfrancesa.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas n\u00e3o foi somente na Fran\u00e7a que as ideias iluministas promoveram mudan\u00e7as, elas influenciaram tamb\u00e9m a independ\u00eancia das 13 col\u00f4nias a conjura\u00e7\u00e3o mineira e a conjura\u00e7\u00e3o baiana.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EXERC\u00cdCIOS PROPOSTOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Explique o que foi o Iluminismo. (3 linhas)<\/li><li>O que foi o Despotismo Esclarecido? (3 linhas)<\/li><li>Relacione o Iluminismo e suas id\u00e9ias com os\ninteresses burgueses. (3 linhas)<\/li><li>Quais foram as influ\u00eancias do Iluminismo nas\nAm\u00e9ricas?(3 linhas)<\/li><li>No que consistia as id\u00e9ias dos economistas liberais?(3\nlinhas)<\/li><li>O que \u00e9 o \u201ccontrato social\u201d de Rousseau? (2 linhas)<\/li><li>O que foi Enciclop\u00e9dia? (1 linha)<strong><\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>EXERC\u00cdCIOS RESOLVIDOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 &#8211; (UFMG) Assinale a alternativa que apresenta\num princ\u00edpio filos\u00f3fico do S\u00e9culo das Luzes.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cren\u00e7a na raz\u00e3o como fonte pra a cr\u00edtica social\ne pol\u00edtica&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nDefesa\ndo ideal mon\u00e1rquico para a garantia da unidade pol\u00edtica <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nId\u00e9ia do direito divino dos reis para legitimar o absolutismo <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nId\u00e9ia de indivisibilidade do Estado em poderes independentes. <\/p>\n\n\n\n<p>Resolu\u00e7\u00e3o: a\nalternativa correta \u00e9 a letra A, j\u00e1 que os iluministas acreditavam no uso da\nraz\u00e3o como um importante instrumeneto de leitura e interven\u00e7\u00e3o no mundo. Os\npensadores iluministas em suas diversidades criticavam o antigo regime, como um\ndeles apresentava a id\u00e9ia de divis\u00e3o de poderes: Judici\u00e1rio, legislativo e\nexecutivo.<\/p>\n\n\n\n<p>2 &#8211; .(UFG) O lluminismo como movimento intelectual\ndo s\u00e9culo XVIII, representou:&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As id\u00e9ias revolucion\u00e1rias da\nburguesia.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O renascer do pensamento cl\u00e1ssico\ngrego-romano., <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A revolu\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica da aristocracia. <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A expans\u00e3o do pensamento religioso. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O fortalecimento do estado absolutista<\/p>\n\n\n\n<p>Resolu\u00e7\u00e3o: O\niluminismo trouxe em suas id\u00e9ias e criticas alternativas que iam de encontro\naos interesses burgueses. As revolu\u00e7\u00f5es influenciadas pelos pensadores das\nluzes tiveram como principais vitoriosos os burgueses que conseguiram a sua\nparticipa\u00e7\u00e3o no poder.<\/p>\n\n\n\n<p>3-(FUVEST ) Sobre o chamado despotismo\nesclarecido \u00e9 correto afirmar que: &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; foi um fen\u00f4meno comum a todas as\nmonarquias europ\u00e9ias, tendo por caracter\u00edstica a utiliza\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios do\nlluminismo. <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; foram os d\u00e9spotas esclarecidos os\nrespons\u00e1veis pela sustenta\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o das id\u00e9ias iluministas elaboradas pelos\nfil\u00f3sofos da \u00e9poca. <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; foi uma tentativa bem intencionada, embora\nfracassada, das monarquias europ\u00e9ias reformarem estruturalmente seus Estados. <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foram os burgueses europeus que\nconvenceram os reis a adotarem o programa de moderniza\u00e7\u00e3o proposto pelos\nfil\u00f3sofos iluministas. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; foi uma tentativa, mais ou menos bem\nsucedida, de algumas monarquias de reformarem, sem alter\u00e1-las, as estruturas\nvigentes.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Resolu\u00e7\u00e3o: a\nresposta \u00e9 a letra E, j\u00e1 que o Despotismo Esclarecido foi a tentativa de algumas\nmonarquias absolutistas, onde a sua burguesia n\u00e3o era t\u00e3o forte, de promover\nreformas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EXERC\u00cdCIOS DE CONCURSOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 &#8211; (FGV \u2013 CGA) As id\u00e9ias\n&#8220;iluministas&#8221; atingiram at\u00e9 mesmo alguns monarcas absolutos, que\ntrataram de empreender reformas inspiradas pelas Luzes. Dentre os soberanos\napontados abaixo, qual n\u00e3o pode ser considerado um &#8220;d\u00e9spota\nesclarecido&#8221;? &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nCatarina, a Grande, da R\u00fassia; <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nJos\u00e9 II, da \u00c1ustria; <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nFrederico II, da Pr\u00fassia; <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nGustavo Adolfo, da Su\u00e9cia;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nCarlos III, da Espanha. <\/p>\n\n\n\n<p>2 &#8211; (FGV \u2013 CGA) Na segunda metade do\ns\u00e9culo XVIII alguns monarcas europeus adotaram princ\u00edpios do Iluminismo\nbuscando reafirmar, a partir destes, seus poderes absolutos. Considerando essa\nafirma\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 correto afirmar que: <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nEntre esses d\u00e9spotas esclarecidos estava Frederico II, seguidor de Voltaire,\nque permitiu a liberdade de culto na Pr\u00fassia; <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nOs monarcas mais destacados desta corrente foram: Frederico II (Pr\u00fassia),\nCatarina II (R\u00fassia) e Jos\u00e9 II (\u00c1ustria); <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nCatarina II (R\u00fassia) n\u00e3o apenas manteve os direitos dos propriet\u00e1rios da terra\nsobre os servos como permitiu aos primeiros o direito de condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte dos\nsegundos; <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nEm Portugal, o Marques de Pombal, ministro de Jos\u00e9 I, foi o respons\u00e1vel pela\npersegui\u00e7\u00e3o \u00e0 nobreza e ao clero buscando fortalecer o poder real; <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nJos\u00e9 II (\u00c1ustria) foi o mais descompromissado dos monarcas na aplica\u00e7\u00e3o dos\nprinc\u00edpios iluministas.&nbsp;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>3\u2013 (FUVEST)&nbsp; \u201cUm comerciante est\u00e1 acostumado a empregar o\nseu dinheiro principalmente em projetos lucrativos, ao passo que um simples\ncavalheiro rural costuma empregar o seu em despesas. Um\nfreq\u00fcentemente v\u00ea seu dinheiro afastar-se e voltar \u00e0s suas m\u00e3os com lucro; o\noutro, quando se separa do dinheiro, raramente espera v\u00ea-lo de novo. Esses\nh\u00e1bitos diferentes afetam naturalmente os seus temperamentos e disposi\u00e7\u00f5es em\ntoda esp\u00e9cie de atividade. O comerciante \u00e9, em geral, um empreendedor\naudacioso; o cavalheiro rural, um t\u00edmido em seus empreendimentos&#8230;\u201d <\/p>\n\n\n\n<p>(Adam Smith,<em> A Riqueza das Na\u00e7\u00f5es,<\/em>\nLivro III, cap\u00edtulo 4) <\/p>\n\n\n\n<p>Neste pequeno trecho, Adam Smith &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\ncontrap\u00f5e lucro a renda, pois geram racionalidades e modos de vida\ndistintos.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nmostra as vantagens do capitalismo comercial em face da estagna\u00e7\u00e3o medieval. <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\ndefende a lucratividade do com\u00e9rcio contra os baixos rendimentos do campo. <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\ncritica a preocupa\u00e7\u00e3o dos comerciantes com seus lucros e dos cavalheiros com a\nostenta\u00e7\u00e3o de riquezas. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nexp\u00f5e as causas da estagna\u00e7\u00e3o da agricultura no final do s\u00e9culo XVIII. <\/p>\n\n\n\n<p>4 &#8211; (PUC-MG) A partir do s\u00e9culo XVI, a\npalavra T R A B A L H O perde seu conceito negativo associado \u00e0 id\u00e9ia de\npobreza e sofrimento, adquirindo uma conota\u00e7\u00e3o positiva de dignidade, porque:\n&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\ntrabalho passa a ser exercido tamb\u00e9m pelas classes dominantes. <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a\ncampanha pela aboli\u00e7\u00e3o do trabalho escravo na Am\u00e9rica se intensifica. <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nos equipamentos das manufaturas exigem trabalhadores qualificados. <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\ntrabalho \u00e9 fonte de toda a produtividade e riqueza material.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a\ndoutrina calvinista justifica o trabalho como fonte de salva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>5- (PUC-MG) S\u00e3o princ\u00edpios fundamentais\ndo liberalismo econ\u00f4mico no s\u00e9culo XVIII<strong>, EXCETO:<\/strong>&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\ncombate ao mercantilismo. <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\ndefesa da propriedade coletiva.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nliberdade de contrato. <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nlivre concorr\u00eancia e livre cambismo. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\ndivis\u00e3o internacional do trabalho. <\/p>\n\n\n\n<p>6 &#8211; (PUC-MG) As id\u00e9ias dos diversos\nfil\u00f3sofos do Iluminismo, que tanta import\u00e2ncia exercem nos movimentos sociais\ndos s\u00e9culos XVIII e XIX, t\u00eam como princ\u00edpio comum: <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a\nrep\u00fablica como \u00fanico regime pol\u00edtico democr\u00e1tico. <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a\nraz\u00e3o como portadora do progresso e da felicidade.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nas classes populares como base do poder pol\u00edtico. <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\ncalvinismo como justificativa de riqueza material. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a\nigualdade social como alicerce do exerc\u00edcio da cidadania. <\/p>\n\n\n\n<p>7 &#8211; (PUC-MG) O Iluminismo representa a\nvis\u00e3o de mundo da intelectualidade do s\u00e9culo XVIII, N\u00c3O podendo ser apontado\ncomo parte do seu ide\u00e1rio: &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\ncombate \u00e0s injusti\u00e7as sociais e aos privil\u00e9gios aristocr\u00e1ticos. <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\nfortalecimento do Estado e o cerceamento das liberdades.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\nanticolonialismo e o rep\u00fadio declarado \u00e0 escravid\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\ntriunfo da raz\u00e3o sobre a ignor\u00e2ncia e a supersti\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o\nanticlericalismo e a oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 intoler\u00e2ncia religiosa. <\/p>\n\n\n\n<p>8 &#8211; (PUC \u2013 PR) O Iluminismo foi uma\nfilosofia nascida na Inglaterra e atingiu seu maior esplendor na Fran\u00e7a, no\ns\u00e9culo XVIII, tendo por representantes Voltaire, Montesquieu, Rousseau, etc.\nUma das suas caracter\u00edsticas foi a seguinte: <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nDefender os ensinamentos das Igrejas Cat\u00f3lica e Protestante. <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nEnsinar que o homem n\u00e3o \u00e9 livre, mas marcado pelo determinismo geogr\u00e1fico. <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nCombater o absolutismo real e pregar o liberalismo pol\u00edtico.<strong>&nbsp; <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nPregar a censura para os espet\u00e1culos de circo e de teatro. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nRecomendar a pena de morte como maneira de coibir a criminalidade. <\/p>\n\n\n\n<p>9 &#8211; (PUC \u2013 RJ) &#8220;O nosso s\u00e9culo \u00e9\nchamado o S\u00e9culo da Filosofia por excel\u00eancia. Se examinarmos sem preven\u00e7\u00e3o o\nestado atual dos nossos conhecimentos, n\u00e3o se pode deixar de convir que a\nfilosofia registrou grandes progressos entre n\u00f3s. (&#8230;) Assim, desde os\nprinc\u00edpios das ci\u00eancias profundas at\u00e9 os fundamentos da Revela\u00e7\u00e3o, desde a\nmetaf\u00edsica at\u00e9 as quest\u00f5es de gosto, (&#8230;) desde as disputas escol\u00e1sticas dos\nte\u00f3logos at\u00e9 os objetos de com\u00e9rcio, (&#8230;) tudo foi discutido, analisado e, no\nm\u00ednimo, agitado.&#8221; <\/p>\n\n\n\n<p>D&#8217;Alembert <\/p>\n\n\n\n<p>(<em>apud<\/em>. Ernst Cassirer. A\nfilosofia do Iluminismo. pp 20-21) &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp; As palavras de D&#8217;Alembert nos\nremetem a algumas das caracter\u00edsticas das id\u00e9ias e concep\u00e7\u00f5es do movimento\niluminista. Entre elas podemos identificar: &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>I &#8211; A valoriza\u00e7\u00e3o da filosofia como\ncampo de reflex\u00f5es estritamente direcionadas para a cr\u00edtica das ci\u00eancias da\nnatureza. <\/p>\n\n\n\n<p>II &#8211; A defesa de uma concep\u00e7\u00e3o de\nhist\u00f3ria associada ao ideal de progresso e contraposta aos valores da tradi\u00e7\u00e3o.\n<\/p>\n\n\n\n<p>III &#8211; A seculariza\u00e7\u00e3o de todos os\ndom\u00ednios de conhecimento, incluindo-se aqueles relacionados \u00e0 moral, \u00e0 religi\u00e3o\ne \u00e0s rela\u00e7\u00f5es sociais. <\/p>\n\n\n\n<p>IV &#8211; A defesa da raz\u00e3o e da experi\u00eancia\ncomo instrumentos centrais para a produ\u00e7\u00e3o de todos os conhecimentos e valores\npertinentes ao homem e \u00e0s suas sociedades. <\/p>\n\n\n\n<p>Assinale: &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nse somente as afirmativas I e II est\u00e3o corretas. <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nse somente as afirmativas I e IV est\u00e3o corretas. <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nse somente as afirmativas II, III e IV est\u00e3o corretas.&nbsp;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nse somente a afirmativa III est\u00e1 correta. <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\nse todas as afirmativas est\u00e3o corretas. <\/p>\n\n\n\n<p>10-(PUC \u2013 RJ) Assinale a op\u00e7\u00e3o em que se\nencontra corretamente identificado um dos preceitos fundamentais da\nFisiocracia: &nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n&#8220;O ouro e a prata suprem as necessidades de todos os homens.&#8221; <\/p>\n\n\n\n<p>b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n&#8220;Os meios ordin\u00e1rios, portanto, para aumentar nossa riqueza e tesouro s\u00e3o\no com\u00e9rcio exterior.&#8221; <\/p>\n\n\n\n<p>c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n&#8220;Que o soberano e a na\u00e7\u00e3o jamais se esque\u00e7am de que a terra \u00e9 a \u00fanica\nfonte de riqueza e de que a agricultura \u00e9 que a multiplica.&#8221;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n&#8220;Todo com\u00e9rcio consiste em diminuir os direitos de entrada das mercadorias\nque servem \u00e0s manufaturas interiores (&#8230;)&#8221; <\/p>\n\n\n\n<p>e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8220;As manufaturas produzir\u00e3o benef\u00edcios em dinheiro, o que \u00e9 o \u00fanico fim do com\u00e9rcio e o \u00fanico meio de aumentar a grandeza e o poderio do Estado.&#8221; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcios Propostos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>1- movimento de id\u00e9ias que teve a sua origem no s\u00e9culo XVII.<\/p>\n\n\n\n<p>2- reformas promovidas por\nalguns paises absolutistas com o intuito de implementar as id\u00e9ias do\nliberalismo, mas tendo como objetivo manter as estruturas do absolutismo.<\/p>\n\n\n\n<p>3- os burgueses entendiam nas id\u00e9ias iluministas um argumento\natrav\u00e9s do qual conseguiriam uma maior participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e assim,\nconsolidar os seus interesses.<\/p>\n\n\n\n<p>4- o Iluminismo influenciou o movimento de Independ\u00eancia dos EUA,\na Inconfid\u00eancia Mineira e a Conjura\u00e7\u00e3o Baiana, como tamb\u00e9m a Revolu\u00e7\u00e3o do\nHaiti.<\/p>\n\n\n\n<p>5- os economistas liberais criticavam o mercantilismo, uma vez que\neram contr\u00e1rios a interven\u00e7\u00e3o do Estado na economia.<\/p>\n\n\n\n<p>6- a soberania como sendo do\npovo, que o Estado deveria agir de acordo com a vontade da maioria. O povo a\nexerceria atrav\u00e9s do voto universal<\/p>\n\n\n\n<p>7- foi uma produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria\nque reunia uma cr\u00edtica sistem\u00e1tica aos valores que marcavam a Europa no s\u00e9culo\nXVIII.<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcios de Concursos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>D; 2- E; 3- A; 4- D; 5- B; 6- B; 7- B; 8-\nC; 9- C; 10- C.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Bibliografia<\/p>\n\n\n\n<p>Aquino, Denize e Oscar &#8211; Ed. Ao Livro, <em>Hist\u00f3ria Geral<\/em> Ao livro T\u00e9cnico<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;ARRUDA Jos\u00e9 Jobson &#8211; Ed.\n\u00c1tica,&nbsp; Toda a Hist\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>KOSHIBA, Luiz &#8211; Hist\u00f3ria &#8211; Ed. Atual<\/p>\n\n\n\n<p>Sites <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.historianet.com.br\/conteudo\/default.aspx?codigo=179\">http:\/\/www.historianet.com.br\/conteudo\/default.aspx?codigo=179<\/a>\nacessado em 8\/01\/2007<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pode-se destacar como sendo Iluminismo um movimento de id\u00e9ias que teve a sua origem no s\u00e9culo XVII, e encontrou na Fran\u00e7a do s\u00e9culo XVIII, com Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, o seu principal efeito. 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