{"id":274471,"date":"2025-09-19T14:35:12","date_gmt":"2025-09-19T17:35:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.professores.uff.br\/martharibeiro\/?page_id=274471"},"modified":"2025-09-19T14:55:23","modified_gmt":"2025-09-19T17:55:23","slug":"pesquisas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.professores.uff.br\/martharibeiro\/pesquisas\/","title":{"rendered":"Pesquisas"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;9px|||||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;2_3,1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; min_height=&#8221;216px&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][et_pb_column type=&#8221;2_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _dynamic_attributes=&#8221;content&#8221; text_font=&#8221;Rubik|||on|||||&#8221; text_font_size=&#8221;16px&#8221; text_line_height=&#8221;1.4em&#8221; header_6_font=&#8221;|700||on|||||&#8221; header_6_font_size=&#8221;11px&#8221; header_6_letter_spacing=&#8221;2px&#8221; header_6_line_height=&#8221;1.8em&#8221; background_color=&#8221;#f9f9f9&#8243; custom_margin=&#8221;||24px||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;12px|16px|12px|16px|false|true&#8221; link_option_url=&#8221;#&#8221; border_color_all=&#8221;gcid-17621a1c-853e-4a96-87bc-3ab7254f3c3d&#8221; border_width_left=&#8221;4px&#8221; locked=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{%22gcid-17621a1c-853e-4a96-87bc-3ab7254f3c3d%22:%91%22border_color_all%22%93}&#8221; border_width_left__hover_enabled=&#8221;on|hover&#8221; border_width_left__hover=&#8221;12px&#8221;]@ET-DC@eyJkeW5hbWljIjp0cnVlLCJjb250ZW50IjoicG9zdF90aXRsZSIsInNldHRpbmdzIjp7ImJlZm9yZSI6IiIsImFmdGVyIjoiIn19@[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Performar \/ produzir uma escrita feminista para o transbordamento de uma Episteme Epid\u00e9rmica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A pesquisa desenvolve como conceito a ideia de corpo vivido enquanto territ\u00f3rio de conflu\u00eancias, colis\u00f5es e deslocamentos, indagando o assombro e a quebra (a interrup\u00e7\u00e3o) como dispositivos para invers\u00f5es de realidade. O corpo confluente como tarefa para a desobedi\u00eancia \u00e9tica e est\u00e9tica \u00e0 si mesmo, contra certezas, confortos e h\u00e1bitos. Interroga-se: como a arte, experimentos c\u00eanicos, dramaturgias e performances fazem circular for\u00e7as livres, mas tamb\u00e9m codificadas nesse emaranhado relacional de nossa condi\u00e7\u00e3o humana? Quais deslocamentos pode a arte provocar no si? De maneira tal que seja poss\u00edvel compartilharmos algo para al\u00e9m de toda verdade ou convic\u00e7\u00e3o adquirida? Trazemos como problema a distribui\u00e7\u00e3o desigual de vulnerabilidade e precariedade entre os corpos, a import\u00e2ncia da performatividade de hist\u00f3rias de vida e experi\u00eancias corporais na arte, e junto \u00e0 isso a necessidade de pensar a conviv\u00eancia entre n\u00f3s, o viver entre as esp\u00e9cies por um reconhecimento \u00e9tico da dor do outro. Buscamos mapear dispositivos art\u00edsticos que tragam para si o problema, na afirma\u00e7\u00e3o de sujeitos pol\u00edticos desobedientes, que possam enfrentar o quadro de refer\u00eancia que julga e que exclui da humanidade tudo aquilo que escapa \u00e0s normas de uma visualidade reconhecida segundo padr\u00f5es abstratos, e nomeamos esses experimentos como escrita-teatro feminista, o que vem impulsionar o transbordamento de uma episteme epid\u00e9rmica, conforme denomino aqui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Apoio:<\/strong> FAPERJ \/ APQ1 (20024-2026)<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_margin=&#8221;24px|||||&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>O movimento queer na cena autoficcional contempor\u00e2nea: a escrita de si e o gesto pol\u00edtico e est\u00e9tico das emo\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Descri\u00e7\u00e3o: Pretende-se problematizar e refletir sobre a cena em sua rela\u00e7\u00e3o com teses feministas e com a teoria cr\u00edtica, enfatizando processos de subjetiva\u00e7\u00e3o e abordagem decolonial atrav\u00e9s do enfoque da performatividade em corpos estranhados. A perspectiva \u00e9 construir um novo conceito relativo a obras e a\u00e7\u00f5es autoficcionais, marcantes em nosso s\u00e9culo e que denomino como &#8220;gesto pol\u00edtico e est\u00e9tico das emo\u00e7\u00f5es&#8221;, que traria nova envergadura \u00e0 no\u00e7\u00e3o de &#8220;teatros do real&#8221;. Essa opera\u00e7\u00e3o ressaltaria a dimens\u00e3o micropol\u00edtica de ativa\u00e7\u00e3o do desejo ou dos afetos como pot\u00eancias de emancipa\u00e7\u00e3o de processos de subjetiva\u00e7\u00e3o coercitivos e identit\u00e1rios. Entre as refer\u00eancias que embasam a investiga\u00e7\u00e3o destacam-se em primeiro lugar Artaud, e a seguir Judith Butler, Deleuze, Guattari, Suely Rolnik entre outros. A autofic\u00e7\u00e3o e a escrita de si s\u00e3o encaradas como realiza\u00e7\u00f5es que indicam processos de decoloniza\u00e7\u00e3o dos corpos. A rela\u00e7\u00e3o entre pol\u00edtica e subjetividade constitui o cerne da investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Financiador:<\/strong> Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Conversas de Laborat\u00f3rio com a Am\u00e9rica Latina: Cen\u00e1rios do SUL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O projeto internacional Conversas de Laborat\u00f3rio com a Am\u00e9rica Latina: Cen\u00e1rios do SUL, sob coordena\u00e7\u00e3o da professora-pesquisadora Dra. Martha Ribeiro (Brasil) e com associa\u00e7\u00e3o da professora-pesquisadora Dra. Ileana Di\u00e9guez (M\u00e9xico), se prop\u00f5e a contribuir com a pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o, na difus\u00e3o do conhecimento resultado das pesquisas de artistas, cr\u00edticos, historiadores e te\u00f3ricos das artes da cena latino-americana, envolvidos com a constru\u00e7\u00e3o de novos saberes e epistemes n\u00e3o hegem\u00f4nicas, no desafio de liberar a cria\u00e7\u00e3o do seu confinamento no sistema de arte.O projeto visa incentivar uma maior integra\u00e7\u00e3o, conex\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o entre artistas e pesquisadores independentes, professores de Universidades, Centros de Pesquisa, Laborat\u00f3rios de arte da Am\u00e9rica Latina, buscando pr\u00e1ticas de pensamento inovadoras, que desafiem o pensamento dominante, tradicional para um saber n\u00e3o instrumentalizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Integrantes:<\/strong> Martha de Mello Ribeiro e Ileana Di\u00e9guez.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Laborat\u00f3rio de Cria\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o da Cena Contempor\u00e2nea &#8211; LCICC (projeto permanente)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Laborat\u00f3rio de Cria\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o da Cena Contempor\u00e2nea, cadastrado como Grupo de Pesquisa no CNPq, integra projetos de pesquisa voltados para o estudo pr\u00e1tico-reflexivo da cena contempor\u00e2nea, com \u00eanfase nos processos criativos dos performers e reescrituras corporais. Se constitui enquanto um territ\u00f3rio livre de cria\u00e7\u00e3o, reflex\u00e3o e de express\u00e3o art\u00edstica, absorvendo estudantes de doutorado, de mestrado, gradua\u00e7\u00e3o, professores e profissionais da \u00e1rea. Atualmente desenvolve a pesquisa: &#8220;Retratos e paisagens como dispositivos da cena contempor\u00e2nea: refazer o corpo, esculpir afetos&#8221;, tendo encerrado o projeto Pirandello Contempor\u00e2neo em 2015. Propomos um espa\u00e7o criativo que privilegie o esgar\u00e7amento dos campos visuais, corporais e sonoros, tendo na experimenta\u00e7\u00e3o c\u00eanica o alicerce para o desenvolvimento de perspectivas \u00e9ticas na arte. O projeto integra a Rede de Pesquisa , DI\u00c1LOGOS &#8211; Rede internacional de pesquisa (DGP-CNPQ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coordenadora art\u00edstica: <\/strong>Martha de Mello Ribeiro.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_sidebar _builder_version=&#8221;4.21.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_sidebar][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Performar \/ produzir uma escrita feminista para o transbordamento de uma Episteme Epid\u00e9rmica A pesquisa desenvolve como conceito a ideia de corpo vivido enquanto territ\u00f3rio de conflu\u00eancias, colis\u00f5es e deslocamentos, indagando o assombro e a quebra (a interrup\u00e7\u00e3o) como dispositivos para invers\u00f5es de realidade. 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