{"id":639,"date":"2022-03-29T23:25:30","date_gmt":"2022-03-30T02:25:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.professores.uff.br\/ricardobasbaum\/?p=639"},"modified":"2025-03-17T17:30:16","modified_gmt":"2025-03-17T20:30:16","slug":"bioconceitualismo-e-derivacoes-pos-graduacao-2022-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.professores.uff.br\/ricardobasbaum\/?p=639","title":{"rendered":"Bioconceitualismo e Deriva\u00e7\u00f5es (P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o 2022\/1)"},"content":{"rendered":"\n<p>O curso se prop\u00f5e a organizar discuss\u00f5es em torno do \u2018Bioconceitualismo\u2019, e deriva\u00e7\u00f5es, termo que temos desenvolvido, de modo amplo e variado, atrav\u00e9s de algumas a\u00e7\u00f5es \u2013 sejam expositivas, sejam cr\u00edtico-te\u00f3ricas \u2013 no campo da arte contempor\u00e2nea, nos \u00faltimos anos. Trata-se de estabelecer possibilidades \u2013 sempre em aberto \u2013 de atualiza\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es da arte conceitual e do conceitualismo, em um mundo caracterizado pelos confrontos biopol\u00edticos e pela sociedade de controle, sob a din\u00e2mica da extin\u00e7\u00e3o e da crise clim\u00e1tica, apontando, afinal, para os desafios que se colocam para as pr\u00e1ticas art\u00edsticas: de que modo o campo de pr\u00e1ticas de uma poss\u00edvel arte contempor\u00e2nea pode ser constitu\u00eddo e configurado, em escala local e planet\u00e1ria, e quais ferramentas de enfrentamento, produ\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia estariam em condi\u00e7\u00f5es de serem fabricadas? Quais os agentes, dentre os que impulsionam esta mobilidade, a serem reinventados e de que modo, sobretudo quando se considera x artistx (enquanto intelectual) em sua constante reconfigura\u00e7\u00e3o e redesenho, sempre em fuga? Espera-se que tais problemas sejam redelineados, atrav\u00e9s das discuss\u00f5es e leituras coletivas, no sentido da \u2018produ\u00e7\u00e3o do problema\u2019, permitindo aproxima\u00e7\u00f5es e indicando caminhos. <\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o ser\u00e1 trabalhada a partir de 4 eixos conceituais, que procuram alinhar blocos de sentido frente ao problema proposto. Apresentando-se enquanto terminologia projetada a partir de uma plataforma expositiva \u2013 ou seja, em exposi\u00e7\u00f5es, diagramas, objetos, pe\u00e7as sonoras, etc \u2013 estes eixos guardam os tra\u00e7os de uma \u2018oralidade de inven\u00e7\u00e3o\u2019 que tamb\u00e9m busca sobrevida nos caminhos da recep\u00e7\u00e3o, enquanto poema, problema e conceito. Com os termos <em>floraparadoxan\u00f3s<\/em>, <em>anorg\u00e2nicaintensaperformativa<\/em>, <em>subhidroinfraentre<\/em>, assim como o j\u00e1 citado <em>bioconceitualismo<\/em>, buscaremos, respectivamente: (a) investigar o trabalho colaborativo a partir do coletivo, da transindividua\u00e7\u00e3o, do grupo e outras formas de redimensionamento do sujeito, compreendendo as alian\u00e7as entre vivos\/n\u00e3o-vivos, humanos\/n\u00e3o-humanos, em uma cartografia da diferen\u00e7a, nunca em isolamento; (b) buscar os tra\u00e7os de desenvolvimento de um outro humano (trans-, p\u00f3s-, inumano, etc), em que o conceito de vida se desenvolve para al\u00e9m do naturalismo org\u00e2nico, compreendendo \u2018extin\u00e7\u00e3o\u2019, produ\u00e7\u00e3o, inven\u00e7\u00e3o; (c) compreender as for\u00e7as germinativas e afetivas do negativo a partir do corte e da economia do interst\u00edcio, onde a produ\u00e7\u00e3o de valor se daria a partir da experi\u00eancia intensiva; e, finalmente, (d) cartografar alguns aspectos do conceitualismo contempor\u00e2neo enquanto compreens\u00e3o dos redesenhos necess\u00e1rios do campo da arte e da imagem do artista, frente \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es em curso. Cada tema aqui proposto ser\u00e1 desdobrado a partir de leituras e discuss\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>roteiro do curso<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o: arte, anestesia, teoria, metamodelos, sa\u00fade, pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>aulas 6\/4, 13\/4<\/p>\n\n\n\n<p>BHABHA, Homi K. &#8220;O compromisso com a teoria&#8221;, in <em>O Local da Cultura<\/em>, Belo Horizonte, Editora UFMG, 1998.<\/p>\n\n\n\n<p>BHABHA, Homi K. &#8220;The commitment to theory&#8221;. <em>new formations<\/em>, Number 5, Summer 1988.<\/p>\n\n\n\n<p>COLEBROOK, Claire. &#8220;Extinct theory&#8221;, in ELLIOTT, Jane e ATTRIDGE, Derek (Eds.). <em>Theory after \u2018theory\u2019<\/em>. Oxon, Routledge, 2011.<\/p>\n\n\n\n<p>DUCHAMP, Marcel. \u201cApropos of Readymades\u201d, &#8220;A prop\u00f3sito de readymades&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>GUATTARI, F\u00e9lix. &#8220;Ritornelos e afetos existenciais&#8221;. <em>Revista GIS<\/em>, S\u00e3o Paulo, 2019, v. 4, n. 1.<\/p>\n\n\n\n<p>KIM-COHEN, Seth. <em>In the blink of an ear \u2013 Toward a non-cochlear sonic art<\/em>. Nova York, Londres, Continuum, 2009. Introdu\u00e7\u00e3o, Cap\u00edtulos 5 e 7.<\/p>\n\n\n\n<p>SODR\u00c9, Muniz. &#8220;Filosofia a toque de atabaques&#8221;, in <em>Pensar nag\u00f4<\/em>. Petr\u00f3polis, Vozes, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>floraparadoxan\u00f3s: trabalho colaborativo, grupo, coletivo, transindividua\u00e7\u00e3o, alian\u00e7as<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>aulas 20\/4, 27\/4<\/p>\n\n\n\n<p>GUATTARI, F\u00e9lix. &#8220;A Transversalidade&#8221;, in <em>Revolu\u00e7\u00e3o Molecular: pulsa\u00e7\u00f5es pol\u00edticas do desejo<\/em>. S\u00e3o Paulo, Brasiliense, 1981.<\/p>\n\n\n\n<p>HARAWAY, Donna; GOODEVE, Thereza Nichols. &#8220;Fragmentos: Quanto como uma folha. Entrevista com Donna Haraway&#8221;. <em>Media\u00e7\u00f5es<\/em>, Londrina, V.20, n\u00ba1, p.48-68, Jan\/Jun 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>HARAWAY, Donna. &#8220;Sympoiesis: Symbiogenesis and the Lively Arts of Staying with the Trouble&#8221;, in <em>Staying with the trouble: making kin in the Chthulucene<\/em>. Durham, Duke University Press, 2016. &#8220;Simpoiesis: simbiog\u00e9nesis y las artes vitales de seguir con el problema&#8221;, in <em>Seguir con el problema: Generar parentesco en el Chtuluceno<\/em>. Bilbao, Consoni, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>HARAWAY, Donna. &#8220;Ciborgues e simbiontes: viver junto na nova ordem mundial&#8221;. <em>Revista ClimaCom<\/em>, Coexist\u00eancias e Co-cria\u00e7\u00f5es, ano 8, no. 20, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>LOVELOCK, James. &#8220;O que \u00e9 Gaia?&#8221;; &#8220;Hist\u00f3ria da vida de gaia&#8221;, in <em>A Vingan\u00e7a de Gaia<\/em>. Rio de Janeiro, Intr\u00ednseca, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>SIMONDON, Gilbert. &#8220;Os fundamentos do Transindividual e a Individua\u00e7\u00e3o Coletiva&#8221;, in <em>A Individua\u00e7\u00e3o \u00e0 luz das No\u00e7\u00f5es de Forma e de Informa\u00e7\u00e3o<\/em>. S\u00e3o Paulo, Editora 34, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>TAIT LIMA, M\u00e1rcia Maria; GITAHY, Leda Maria Caira. &#8220;Di\u00e1logos entre novos l\u00e9xicos pol\u00edticos e pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias de cuidado em Abya Yala&#8221;. <em>Revista ClimaCom<\/em>, Povos ouvir: a coragem da vergonha, ano 6, n. 16, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>TSING, Anna. &#8220;Margens Indom\u00e1veis: cogumelos como esp\u00e9cies companheiras&#8221;. <em>ILHA<\/em>, v. 17, n. 1, p. 177-201, jan.\/jul. 2015.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>anorg\u00e2nicaintensaperformativa: outrxs (trans-, p\u00f3s-, in-) humanxs: produ\u00e7\u00e3o, inven\u00e7\u00e3o, tradu\u00e7\u00e3o, negocia\u00e7\u00e3o, extin\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>aulas 11\/5, 25\/5<\/p>\n\n\n\n<p>BRAIDOTTI, Rosi. HLAVAJOVA,  Maria. <em>The Posthuman Glossary<\/em>. Bloomsbury, Londres, 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>DANOWSKY, D\u00e9borah; VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. &#8220;Humanos e terra nos na guerra de Gaia&#8221;, in <em>H\u00e1 mundo por vir? Ensaio sobre os medos e os fins<\/em>. Florian\u00f3polis, Cultura e Barb\u00e1rie, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>FAUSTO, Juliana. &#8220;Terranos e poetas: o &#8216;povo de Gaia&#8217; como &#8216;povo que falta'&#8221;. <em>Revista Landa<\/em> Vol. 2 N\u00b0 1 (2013).<\/p>\n\n\n\n<p>NEGARESTANI, Reza. &#8220;O trabalho do inumano&#8221;. <em>Cole\u00e7\u00e3o Trama<\/em>, Zazie Edi\u00e7\u00f5es, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>OYEW\u00d9M\u00cd, Oy\u00e8r\u00f3nk\u00e9. &#8220;Visualizando o corpo: Teorias ocidentais e sujeitos africanos&#8221;, in <em>A inven\u00e7\u00e3o das mulheres: construindo um sentido africano para os discursos ocidentais de g\u00eanero<\/em>. Rio de Janeiro, Bazar do Tempo, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>PARISI, Luciana. &#8220;Biotech: Life by Contagion&#8221;. <em>Theory, Culture &amp; Society<\/em> 2007, Vol. 24(6): 29\u201352.<\/p>\n\n\n\n<p>PARISI, Luciana. FERREIRA DA SILVA, Denise. &#8220;Black Feminist Tools, Critique, and Techno-poethics&#8221;. <em>e-flux Journal<\/em>, #123, december 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>PRECIADO, Paul B.. &#8220;Fic\u00e7\u00f5es som\u00e1ticas: a inven\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios sexuais&#8221;, &#8220;Controle POP: modos de subjetiva\u00e7\u00e3o farmacopornogr\u00e1fica&#8221;; &#8220;O pan\u00f3ptico inger\u00edvel&#8221;, in <em>Testo Junkie &#8211; sexo, drogas e biopol\u00edtica a era farmacopornogr\u00e1fica<\/em>. S\u00e3o Paulo, n-1 Edi\u00e7\u00f5es, 2018.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>subhidroinfraentre: negativo, germina\u00e7\u00e3o, afeto, constru\u00e7\u00e3o coletiva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>aulas 1\/6, 8\/6<\/p>\n\n\n\n<p>CAMPOS, Haroldo de. &#8220;Da transcria\u00e7\u00e3o: po\u00e9tica e semi\u00f3tica da opera\u00e7\u00e3o tradutora&#8221;, in <em>Da transcria\u00e7\u00e3o po\u00e9tica e semi\u00f3tica da opera\u00e7\u00e3o tradutora<\/em>. Belo Horizonte, FALE\/UFMG, 2011.<\/p>\n\n\n\n<p>COLEBROOK, Claire. &#8220;Ethics of Extinction&#8221;, in <em>Sex After Life: Essays on Extinction<\/em>, Vol. 2. Open Humanities Press, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>NUNES, Rodrigo. <a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"&quot;An\u00f4nimo, vanguarda, impercept\u00edvel&quot; (abre numa nova aba)\" href=\"http:\/\/www.professores.uff.br\/ricardobasbaum\/wp-content\/uploads\/sites\/164\/2022\/05\/Nunes_Rodrigo_An\u00f4nimo_vanguarda_impercept\u00edvel_revista_serrote.pdf\" target=\"_blank\">&#8220;<\/a>An\u00f4nimo, vanguarda, impercept\u00edvel&#8221;. <em>Revista Serrote<\/em> 24. Rio de Janeiro, IMS, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p>SALDANHA, Arun. &#8220;Geophilosophy, Geocommunism: Is There Life After Man?&#8221;, in Weinstein, Jami; Colebrook, Claire (Eds.). <em>Posthumous life : theorizing beyond the posthuman<\/em>. New York, Columbia University Press, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>TIMOFEEVA, Oxana. &#8220;Two Kinds of Violence&#8221;, in <em>Solar Politics<\/em>. Cambridge, Polity Press, 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>WOODWARD, Ashley. &#8220;The End of Time&#8221;. <em>PARRHESIA<\/em>, Number 15, 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>YUSOFF, Kathryn. &#8220;The Inhumanities&#8221;. <em>Annals of the American Association of Geographers<\/em>, 0(0) 2020, pp. 1\u201314.<\/p>\n\n\n\n<p>YUSOFF, Kathryn; HIRD, Myra J.. &#8220;Subtending relations: bacteria, Geology and the possible&#8221;, in AVANESSIAN, Armen; MALIK, Suhail (Eds.). <em>Genealogies of speculation: materialism and subjectivity since structuralism<\/em>. London, Bloomsbury Academic, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>bioconceitualismo: urg\u00eancias conceituais-sensoriais, conceitualismo contempor\u00e2neo, circuito de arte, imagem do artista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>aulas 15\/6, 22\/6<\/p>\n\n\n\n<p>ADORNO, Theodor. &#8220;O Fetichismo na M\u00fasica e a Regress\u00e3o da Audi\u00e7\u00e3o&#8221;. <em>Os Pensadores &#8211; Textos Escolhidos<\/em>. S\u00e3o Paulo, Abril Cultural, 1975.<\/p>\n\n\n\n<p>ARAEEN, Rasheed. \u201cModernidade, modernismo e o lugar da \u00c1frica na hist\u00f3ria da arte da nossa \u00e9poca\u201d, <em>Artafrica<\/em>, 2003.<\/p>\n\n\n\n<p>BERNARDINO-COSTA, Joaze; GROSFOGUEL, Ram\u00f3n. &#8220;Decolonialidade e perspectiva negra&#8221;. <em>Revista Sociedade e Estado<\/em> \u2013 Volume 31, N\u00famero 1, Janeiro\/Abril 2016.<\/p>\n\n\n\n<p>BRUNO, Fernanda. &#8220;Ver e ser visto: subjetividade, est\u00e9tica e aten\u00e7\u00e3o&#8221;, in <em>M\u00e1quinas de ver, modos de ser: vigil\u00e2ncia, tecnologia e subjetividade<\/em>. Porto Alegre, Sulina, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>CARONE, Iray. &#8220;Sobre o Conceito Adorniano de \u2018Regress\u00e3o da Audi\u00e7\u00e3o\u2019, nos Manuscritos de 1938<a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"&quot;Sobre o Conceito Adorniano de \u2018Regress\u00e3o da Audi\u00e7\u00e3o\u2019, nos Manuscritos de 1938&quot; (abre numa nova aba)\" href=\"http:\/\/www.professores.uff.br\/ricardobasbaum\/wp-content\/uploads\/sites\/164\/2022\/06\/Carone_Iray_Conceito_Adorniano_de_Regressao_da_Audicao.pdf\" target=\"_blank\">&#8220;<\/a>. <em>Constelaciones &#8211; Revista de Teoria Cr\u00edtica<\/em>, N\u00famero 6, Diciembre, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>GORDON, Deborah M.. &#8220;Control without hierarchy&#8221;, <em>NATURE<\/em>, Vol 446, 8, March 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>HUI, Yuk. &#8220;M\u00e1quina e Ecologia&#8221;. <em>Tecnodiversidade<\/em>. S\u00e3o Paulo, UBU Editora, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>NEGARESTANI, Reza. \u201cWhere is the Concept? (localization, ramification, navigation)\u201d. Transcription of a lecture given at Goldsmiths, University of London, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>OSBORNE, Peter. &#8220;October and the Problem of Formalism&#8221;. <em>The Postconceptual condition: critical essays<\/em>. London, Verso, 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>REED, Patricia. &#8220;The end of a world and its pedagogies&#8221;. <em>Making &amp; Breaking<\/em>, Issue 02, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>SILVA, Valdir Pierote; BARROS, Denise Dias. &#8220;Artes do Contempor\u00e2neo Africano: vida, cria\u00e7\u00e3o e multiplicidade&#8221;. <em>ARTEFILOSOFIA<\/em>, V.15, N\u00ba28, Abril de 2020, P. 186-205.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O curso se prop\u00f5e a organizar discuss\u00f5es em torno do \u2018Bioconceitualismo\u2019, e deriva\u00e7\u00f5es, termo que temos desenvolvido, de modo amplo e variado, atrav\u00e9s de algumas a\u00e7\u00f5es \u2013 sejam expositivas, sejam cr\u00edtico-te\u00f3ricas \u2013 no campo da arte contempor\u00e2nea, nos \u00faltimos anos. 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